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  • Arte e Teatro

Maria Peçonha

14 a 17 de abril de 2026

Gratuito

Organizado por Secretaria de Estado da Cultura e Cia Gente Falante

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Atualizado em 02/04/2026

Sobre o evento

Secretaria de Estado da Cultura e Cia Gente Falante apresentam: 

Maria Peçonha

Cia Gente Falante comemora 35 anos de trajetória com turnê de apresentações gratuitas pela capital e região metropolitana

Para celebrar o aniversário, o grupo de teatro de bonecos fará 16 sessões do premiado espetáculo Maria Peçonha, de 7 a 17 de abril, em Porto Alegre e em Gravataí, com patrocínio do Grupo Bimbo

Grupo de teatro de bonecos que nasceu na Bahia e se consolidou no Rio Grande do Sul, a Cia Gente Falante completa 35 anos de trajetória em 2026. Para comemorar, o coletivo realiza uma turnê com 16 apresentações gratuitas, em Porto Alegre e em Gravataí, do premiado espetáculo infantojuvenil Maria Peçonha. A montagem, criada a partir do conto fantástico gaúcho assinado por André Neves, ganha técnicas mistas de teatro de formas animadas para resgatar, no palco, importantes aspectos das tradições culturais do Rio Grande do Sul.

As sessões acontecem de 7 a 10 de abrilsempre às 10h e às 15h, no Cineteatro Municipal de Gravataí; e de 14 a 17 de abril, nos mesmos horários, no Teatro do Goethe-Institut, com financiamento do Pró-Cultura RS – Secretaria da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul e patrocínio do Grupo Bimbo. O projeto também aposta na acessibilidade, oferecendo sessões com audiodescrição e tradução para Libras nos dias 10 e 17 de abril, às 15h. Escolas e instituições sociais podem se inscrever pelo e-mail mariapeconha.espetaculo@gmail.com. Já o público em geral pode reservar lugares pelo mesmo contato ou, nos dias das apresentações, a partir de uma hora antes do início do espetáculo, diretamente nas bilheterias dos locais

Fundada em 1991, em Salvador, pelo ator-bonequeiro Paulo Martins Fontes, a Cia Gente Falante acumula prêmios e apresentações por todo o país, além de turnês pelo exterior. Foi na região Sul que o coletivo resolveu se fixar há quase três décadas, quando seu criador desceu do Nordeste brasileiro até a ponta do país para conhecer o Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela. “Há 29 anos sou gaúcho, sem esquecer minhas origens e referências. Por mais que pareça ser acidental, não foi. Foi um movimento de busca pelo aprimoramento que me guiou e que me trouxe para cá. Viver em um local onde essa linguagem é levada a requintes profissionais, num patamar que eu admirava, transformou o meu olhar de artista”, conta Fontes.

Foi no Rio Grande do Sul que o grupo se aprimorou nas diferentes técnicas. Somente em Maria Peçonha, espetáculo mais recente da trupe, que foi vencedor em sete categorias do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil, o grupo utiliza oito recursos diferentes: bonecos de luva francesaboneco de varaboneco manipulação à vistaboneco de balcãoteatro de objetossombrasnarração e animações digitais

A montagem conta a história de Maria, artista popular que entre agulhas, remendos de tecidos e linhas, costurou bonecas de pano e a própria vida. Mas não foi sua artesania que a fez ser admirada pelos moradores da pequena Alegrete, no Sul do Brasil, mas uma façanha inexplicável: onde ela passava, nasciam flores. Assim tornou-se Maria Flor. Até que um dia, por conta do destino, se transformou em Maria Peçonha, uma menina amarga. 

O resultado é um espetáculo que traz para cena assuntos como origem, memória e relação com o meio ambiente, assim como exclusão social, prevenção ao bullying, respeito às diferenças e empatia, tudo de maneira divertida, lúdica e envolvente. “Não é uma história que somente encanta. Maria Peçonha é um rito de passagem, transformador, esteticamente surpreendente e politicamente necessário para a formação da criança”, explica Fontes, que assina a direção artística da peça, além de manipular bonecos ao lado do ator Eduardo Custódio e da atriz e narradora Maria Carolina Aquino.

Para reforçar a importância da educação ambiental e a relação entre sociedade e natureza, ao final de cada apresentação da turnê, serão distribuídos kits com sementes de árvores nativas, para as crianças levarem para as suas casas. A ideia é incentivar, de forma afetiva, o cuidado com o meio ambiente, estimulando o senso de responsabilidade e pertencimento em relação à natureza. 

O projeto Maria Peçonha é apresentado pela Secretaria da Cultura, com patrocínio do Grupo Bimbo, apoio do Goethe-Institut, produção e gestão da Cardápio Cultural, realização da Cia Gente Falante – Teatro de Bonecos e financiamento do Pró-Cultura RS – Secretaria da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Edital SEDAC nº 10/2025 – Produção e Fruição Cultural

Serviço

Turnê do espetáculo infantojuvenil Maria Peçonha

35 anos da Cia Gente Falante – Teatro de Bonecos

PORTO ALEGRE

Dias 14, 15, 16 e 17 de abril

Terça, quarta, quinta e sexta-feira, às 10h e às 15h

Teatro do Goethe-Institut (R. 24 de Outubro, 112 – Moinhos de Vento, Porto Alegre)

Sessão com Libras e audiodescrição no dia 17 de abril às 15h

Ingressos gratuitos

Para escolas e instituições sociais: reservas pelo e-mail mariapeconha.espetaculo@gmail.com

Para o público em geral: reservas pelo e-mail mariapeconha.espetaculo@gmail.com ou, nos dias das apresentações, a partir de uma hora antes do início do espetáculo, diretamente nas bilheterias dos teatros

Duração: aproximadamente 45 minutos

Classificação etária: Livre

Ficha técnica do espetáculo

A partir da obra de André Neves

Direção artística: Paulo Martins Fontes

Direção de cena: Tatiana Cardoso

Atores manipuladores: Eduardo Custódio e Paulo Martins Fontes

Narradora: Maria Carolina Aquino 

Criação dos bonecos, cenografia, pesquisa e arte gráfica: Paulo Martins Fontes 

Construção das esculturas dos bonecos: Paulo Martins Fontes e Sandra Matos 

Produção, assistência de construção dos bonecos e cenografia: Eduardo Custódio

Trilha sonora: Gustavo Finkler e Renata Mattar

Operação de multimídia: Henrique Strieder

Criação das animações em multimídia: Maurício Casiraghi e Paulo Martins Fontes

Figurinos dos atores: Antonio Rabàdan

Costuras dos figurinos dos bonecos, cenografia e operação de som: Niltamara Gomes

Operação de som: Manu Goulart

Ilustrações da arte gráfica para as animações digitais: André Neves

Iluminação: Thaís Andrade

Fotografias: Adriana Marchiori 

Ficha técnica do projeto

Coordenação Geral: Eduardo Custódio

Produção Executiva: Gisele Forneck 

Produção Local: Thaís Ghisi

Tradução e Interpretação para Libras: Para Todos Acessibilidade

Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal

Assessoria de Imprensa: Jéssica Barcellos Comunicação 

Social Media: Miriã Possani 

Produção e Gestão: Daniela Lopes / Cardápio Cultural

Apoio Institucional: Goethe-Institut

Realização: Cia Gente Falante – Teatro de Bonecos – 35 anos/2026

Patrocínio: Grupo Bimbo

Financiamento: Pró-Cultura – Secretaria da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul

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